Política
Paraná pode ter Ratinho Jr como terceiro candidato à Presidência da República em 2026

PSD sinaliza candidatura própria caso Tarcísio de Freitas não dispute o Palácio do Planalto
A possibilidade de Ratinho Jr (PSD) se tornar candidato à Presidência da República em 2026 ganhou relevância após declarações do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que descartou o apoio do partido a Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto. A informação foi divulgada por Rodolfo Luis Kowalski.
Declarações do PSD sobre candidatura presidencial
Nesta segunda-feira (26 de janeiro), Gilberto Kassab afirmou que o PSD terá um candidato próprio à Presidência caso o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), não entre na disputa. Kassab destacou: “O PSD tem uma posição muito clara. Se o governador Tarcísio for candidato, o PSD irá apoiá-lo. Caso ele não seja candidato, nós temos dois pré-candidatos, dois excelentes governadores”.
Os nomes mencionados por Kassab são Ratinho Jr, governador do Paraná, e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul. As chances de Ratinho Jr ser escolhido aumentaram nas últimas semanas, após Tarcísio declarar que pretende buscar a reeleição em São Paulo e que apoiaria Flávio Bolsonaro.
Histórico de candidaturas presidenciais do Paraná
Caso Ratinho Jr confirme sua candidatura, será a terceira vez que um político paranaense disputará a Presidência da República. As outras ocasiões ocorreram em 1989 e 2018.
Affonso Camargo Netto: pioneirismo na eleição de 1989
Affonso Alves de Camargo Netto, nascido em Curitiba em 30 de abril de 1929 e falecido em 24 de março de 2011, foi o primeiro paranaense a concorrer ao cargo máximo do Executivo federal. Ele participou da eleição presidencial direta de 1989 pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro). Na época, era senador pelo Paraná e havia sido ministro dos Transportes no governo José Sarney (1985-1986), além de vice-governador do Paraná (1964-1965).
No pleito de 1989, Affonso Camargo Netto obteve 379.284 votos (0,56% do total), ficando em 11º lugar entre 22 candidatos. No segundo turno, apoiou Fernando Collor, que foi eleito presidente ao vencer Luiz Inácio Lula da Silva. Posteriormente, Camargo Netto foi ministro dos Transportes e das Comunicações no final do governo Collor (abril a outubro de 1992) e exerceu quatro mandatos consecutivos como deputado federal pelo Paraná entre 1995 e 2011.
Álvaro Dias: trajetória política e candidatura em 2018
Em 2018, quase três décadas após Affonso Camargo Netto, Álvaro Dias também disputou a Presidência. Embora nascido em Quatá (SP) em 7 de dezembro de 1944, construiu sua carreira política no Paraná. Dias se criou em Maringá, formou-se em História em Londrina e iniciou sua trajetória como vereador em Londrina (1969-1971). Foi deputado estadual (1971-1975), deputado federal (1975-1983), governador do Paraná (1987-1991) e senador pelo estado em diferentes períodos entre 1983 e 2023.
Em 1989, Álvaro Dias participou das prévias para ser candidato à Presidência pelo PMDB, mas foi derrotado por Ulysses Guimarães. Em 2018, já filiado ao Podemos (PODE), concorreu à Presidência com pautas voltadas ao combate à corrupção e reformas institucionais. Obteve 859.601 votos (0,8% do total), ficando em nono lugar entre treze candidatos. No segundo turno daquele ano, Jair Bolsonaro venceu Fernando Haddad e Álvaro Dias declarou neutralidade junto ao seu partido.
Fonte https://www.bemparana.com.br/noticias/politica/parana-ja-teve-dois-candidatos-a-presidente-da-republica-ratinho-jr-pode-ser-o-terceiro/
Política
“Grande alegria”, afirma Ratinho Jr. sobre filiação de Caiado ao PSD

Governador do Paraná celebra entrada de Ronaldo Caiado no PSD e destaca fortalecimento do partido para disputa presidencial
Ratinho Jr., governador do Paraná pelo PSD, declarou nesta quarta-feira (28) que recebeu com grande satisfação a decisão do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, de ingressar no Partido Social Democrático (PSD). A informação foi divulgada pela CNN Brasil.
Anúncio da filiação de Ronaldo Caiado
A filiação de Caiado ao PSD foi anunciada na noite de terça-feira (27). Em vídeo publicado nas redes sociais, o governador goiano comentou sobre sua decisão de integrar o partido liderado por Gilberto Kassab, juntando-se a Ratinho Jr. e ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, ambos também filiados à legenda. Os três nomes são apontados como possíveis pré-candidatos à Presidência da República pelo partido.
Declarações de Ratinho Jr. sobre a chegada de Caiado
Durante entrevista concedida a um podcast da Warren Investimentos, Ratinho Jr. afirmou: “Foi uma grande alegria essa decisão do governador Caiado de vir para o PSD e fazer parte desse time, né?” O governador paranaense elogiou a trajetória política do novo colega de partido e ressaltou que ambos mantêm uma relação de amizade desde o período em que atuaram juntos como deputados federais.
Ratinho Jr. acrescentou: “Essa vinda do governador Caiado foi muito importante, porque ele é um grande quadro e vem, engordar também, vamos dizer assim, os demais quadros que têm dentro do partido”.
Avaliação sobre fortalecimento do PSD
O marqueteiro Paulo Vasconcellos, que atua na equipe de Caiado, avaliou à CNN Brasil que a mudança do governador goiano para o PSD consolida a sigla como uma alternativa de centro na corrida presidencial. Segundo Vasconcellos: “Kassab enviou um recado para os extremistas dos dois lados: existe um partido de centro. O PSD tem os três governadores mais bem avaliados do Brasil”.
Disputa interna e perspectivas eleitorais
Questionado sobre a disputa interna no partido entre três possíveis presidenciáveis, Vasconcellos preferiu não comentar favoritismos: “Falar em favoritismo agora seria indelicadeza. O fato é que a direita se amplia com uma candidatura de centro”.
(Com informações de Pedro Venceslau e Poliana Santos)
Fonte https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/grande-alegria-diz-ratinho-jr-sobre-filiacao-de-caiado-ao-psd/
Política
Gleisi Hoffmann nega interferência do governo federal no caso Banco Master
Ministra afirma que fiscalização foi rigorosa e que atuação de Lewandowski não teve relação com o banco
Gleisi Hoffmann declarou que não houve interferência do governo federal no caso envolvendo o Banco Master, alvo de investigação que resultou no maior rombo bancário da história do país. As informações foram publicadas pelo Poder360.
Reuniões entre Lula e Daniel Vorcaro
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais minimizou as reuniões realizadas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Segundo Gleisi, Lula “recebe muita gente, já recebeu outros donos de banco, já recebeu outras pessoas do mercado financeiro”.
Registros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) indicam que Vorcaro esteve no Palácio do Planalto pelo menos quatro vezes entre 2023 e 2024. Em 4 de dezembro de 2024, o banqueiro participou de um encontro com Lula não registrado na agenda oficial. Na ocasião, Vorcaro questionou diretamente o presidente sobre a possibilidade de vender o Master ao BTG Pactual. Lula teria aconselhado a não vender e feito críticas a André Esteves e ao então presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, conforme apuração do Poder360.
Gabriel Galípolo, que assumiu o comando do Banco Central em janeiro de 2025, também participou da reunião realizada no final de 2024.
Consultoria prestada por Lewandowski
Gleisi Hoffmann também minimizou o fato de Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ter prestado serviços de consultoria ao Banco Master em 2023 após sua aposentadoria do STF e antes de assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
De acordo com a ministra, a consultoria não interferiu nas funções exercidas por Lewandowski na Esplanada dos Ministérios nem afetou os processos de fiscalização. Ela afirmou que Lewandowski comunicou previamente ao presidente Lula sobre os serviços prestados antes de assumir o ministério.
Atuação das instituições e fiscalização
A ministra destacou que está deixando o cargo para disputar uma vaga no Senado e reforçou que não houve envolvimento inadequado do governo federal com o Banco Master. Gleisi defendeu que a fiscalização foi “rigorosa” e todas as ações seguiram critérios técnicos e legais.
Segundo ela, “foi no nosso governo que o presidente do Master foi preso, foi no nosso governo que foi feita a liquidação do Master”. Gleisi argumentou que a atuação conjunta do Banco Central e da Polícia Federal demonstra independência institucional durante a gestão petista.
Possibilidade de comissão parlamentar
Sobre a possibilidade de criação de uma comissão parlamentar para investigar o caso Master, como defendem congressistas da oposição, Gleisi afirmou tratar-se de uma prerrogativa exclusiva do Congresso Nacional.
Fonte https://www.poder360.com.br/poder-governo/gleisi-nega-interferencia-do-governo-no-caso-master/
Política
Governador Ratinho Jr. declara apoio a indulto para Bolsonaro e envolvidos nos atos de 8 de janeiro

Em entrevista à CNN Brasil, chefe do Executivo paranaense defende medida como forma de pacificação nacional
O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), declarou ser favorável à concessão de indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, durante entrevista concedida à CNN Brasil nesta quarta-feira (28). Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Declaração sobre o indulto
Ratinho Júnior afirmou que, embora o tema ainda não tenha sido discutido amplamente, é favorável à medida. “Isso não foi discutido, mas eu sou favorável. Acho que uma maneira, não só para o presidente Jair Bolsonaro, mas para todos que participaram daquela manifestação no 8 de janeiro”, declarou o governador.
Punições consideradas excessivas
O governador avaliou que as punições aplicadas aos envolvidos nos atos foram superiores ao que considera adequado. Ele citou episódios anteriores ocorridos no Paraná como referência. “Já aconteceu no meu estado, onde o PT invadiu a Assembleia Legislativa por duas vezes, naquela época ninguém foi punido”, afirmou Ratinho Júnior.
Pacificação nacional como objetivo
Ratinho Júnior defendeu que o indulto serviria para promover a pacificação no país. “Eu acho que essa Vândalo, tão errados, tem que ser tratados como criminosos em cima de um crime de vandalismo. Mas eu acho que se for necessário para pacificar o país, é necessário fazer isso”, concluiu.
Polarização política e necessidade de avanços
Durante a entrevista à CNN Brasil, Ratinho Júnior também mencionou a polarização política no Brasil e destacou a importância de “destravar” o país diante do atual cenário.
Fonte https://www.cnnbrasil.com.br/politica/a-cnn-ratinho-jr-diz-ser-a-favor-de-indulto-a-bolsonaro-e-a-casos-do-8-1/
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