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Maratona Internacional do Paraná promete ser a maior corrida já realizada no Estado

Evento esportivo reúne cerca de 20 mil atletas e destaca a nova Ponte de Guaratuba como principal atração do percurso

O litoral paranaense se prepara para receber um evento histórico: a Maratona Internacional do Paraná já nasce com o título de maior corrida realizada no Estado, reunindo cerca de 20 mil atletas em percursos que cruzam as cidades de Guaratuba e Matinhos.

Programação diversificada para todos os perfis

Marcada para os dias 2 e 3 de maio de 2026, a maratona oferece provas em diferentes distâncias, incluindo trajetos de 10 km e o tradicional desafio dos 42 km. A expectativa é movimentar não apenas os corredores profissionais, mas também entusiastas do esporte e moradores da região, fortalecendo o turismo esportivo no litoral do Paraná.

Ponte de Guaratuba: novo cartão-postal no percurso

Um dos grandes atrativos desta edição é o trajeto inédito pela recém-inaugurada Ponte de Guaratuba. Considerada o novo cartão-postal do litoral paranaense, a estrutura será palco para uma experiência única, unindo esporte, paisagens naturais e infraestrutura moderna. A travessia promete marcar a memória dos participantes e valorizar ainda mais o cenário turístico local.

Premiação expressiva incentiva atletas

A Maratona Internacional do Paraná irá distribuir uma premiação total de R$ 300 mil. Os campeões das categorias masculina e feminina da prova principal, com percurso de 42 km, receberão R$ 50 mil cada. Além disso, está previsto um bônus adicional de R$ 10 mil para o primeiro brasileiro e a primeira brasileira que cruzarem a linha de chegada na maratona completa.

Espaço para as novas gerações: Maratoninha

Pensando também nas crianças, o evento inclui a “Maratoninha”, programada para a tarde do dia 2 de maio, a partir das 16h. Voltada para participantes entre 4 e 13 anos, a prova prioriza a experiência esportiva em um ambiente acolhedor, incentivando hábitos saudáveis desde cedo.

Organização e parceiros fortalecem o evento

A realização da Maratona Internacional do Paraná conta com apresentação da Electrolux e organização da CWB em parceria com o Grupo Ric. O evento recebe apoio institucional do SESC e patrocínio da Ademicon. Entre os apoiadores estão ainda marcas como TAJ, UNIMED, WOOM, DENTRO D’AGUA, KAENA, POWERADE e CINI.

Informações e novidades nas redes sociais

Para acompanhar as atualizações sobre inscrições, programação e novidades da prova, os interessados podem acessar o perfil oficial da Maratona Internacional do Paraná no Instagram: @maratonainternacionalpr.

Fonte https://ric.com.br/produtos/publieditoriais/maratona-internacional-do-parana-sera-a-maior-corrida/

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Araucária e Paraná Clube duelam na Vila Capanema pela Divisão de Acesso do Paranaense

Equipes se enfrentam nesta sexta-feira em Curitiba, com o Tricolor buscando consolidar a liderança e o Araucária mirando vaga no mata-mata

Um duelo que pode definir rumos na Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense promete movimentar a noite desta sexta-feira em Curitiba.

Confronto direto na Vila Capanema

Araucária e Paraná Clube entram em campo às 20h (horário de Brasília), na tradicional Vila Capanema, pela oitava rodada da competição estadual. O encontro marca um momento decisivo para ambas as equipes: enquanto o Tricolor da Vila tenta confirmar sua liderança e manter a invencibilidade, o Araucária mira uma vaga entre os classificados para o mata-mata.

Paraná Clube: liderança e invencibilidade

Já garantido nas quartas de final, o Paraná Clube chega embalado por uma campanha sólida. Sob comando do técnico Tcheco, a equipe soma cinco vitórias e dois empates em sete jogos. Na rodada anterior, venceu o Toledo por 2 a 0, com gols de João Felipe e Eduardo, resultado que manteve o time na ponta da tabela com 17 pontos, apenas um à frente do vice-líder Patriotas.

Araucária busca classificação

O Araucária também vive um momento importante. Após vencer o Prudentópolis por 1 a 0 fora de casa, ocupa a quinta colocação com nove pontos. Restando duas rodadas para o fim da primeira fase, a equipe mantém três pontos de vantagem sobre o Toledo, primeiro clube dentro da zona de rebaixamento. O objetivo é garantir presença entre os classificados para as fases decisivas.

Escalações e possíveis mudanças

A tendência é que o Araucária repita a formação que superou o Prudentópolis na última rodada. No entanto, ajustes podem ocorrer visando testes táticos ou preservação dos titulares já pensando no mata-mata. Uma das alterações cogitadas é na lateral esquerda, onde Bruno Dip pode dar lugar a outro atleta. No ataque, Liliu disputa posição com Lucão.

Pelo lado do Paraná Clube, o recém-chegado Daniel Cruz deve iniciar no banco de reservas. O zagueiro Salazar e o volante Mateus Santana, recuperados de lesão, voltam a ficar à disposição do técnico Tcheco.

Desfalques e departamento médico

O Araucária não poderá contar com Eltinho e Ueslei Brito, ambos entregues ao departamento médico. Essas ausências obrigam a comissão técnica a buscar alternativas para manter o desempenho da equipe neste momento decisivo.

Expectativa e transmissão

A partida terá cobertura em tempo real pelo ge.globo/pr. O resultado pode consolidar ainda mais o Paraná Clube na liderança ou impulsionar o Araucária rumo à classificação para as quartas de final da Divisão de Acesso.

Fonte https://ge.globo.com/pr/futebol/paranaense-serie-b/noticia/2026/04/17/araucaria-x-parana-clube-onde-assistir-ao-vivo-horario-e-escalacoes.ghtml

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O tamanho do Atletiba: especialistas analisam a dimensão do clássico paranaense

Debate reúne vozes do futebol local e nacional para avaliar a relevância do confronto entre Athletico e Coritiba no cenário brasileiro

Paixão local, tradição centenária e debates acalorados: o Atletiba é mais do que um simples clássico, é um retrato da identidade esportiva de Curitiba e do Paraná.

Atletiba: rivalidade que movimenta Curitiba

O confronto entre Athletico e Coritiba, conhecido como Atletiba, é unanimemente reconhecido como o principal clássico do estado do Paraná. A cada edição, a cidade de Curitiba se transforma antes e depois dos jogos, com ruas tomadas por torcedores e uma atmosfera de expectativa que contagia até quem não acompanha futebol. No entanto, quando se trata de reconhecimento nacional, o duelo ainda busca seu espaço entre os maiores clássicos do país.

Reconhecimento nacional e comparações

Segundo levantamento recente publicado pelo jornal O Globo, o Atletiba figura entre os 16 maiores clássicos do Brasil. Apesar disso, não aparece no seleto grupo dos dez confrontos mais emblemáticos, seja pelo momento atual das equipes ou pela tradição histórica. Para entender melhor essa percepção, a Banda B ouviu especialistas de diferentes regiões — Curitiba, interior do Paraná e outros estados — além de representantes de clubes e da Federação Paranaense.

Fatores que limitam a projeção

A análise dos comentaristas aponta para alguns fatores históricos e estruturais. Um deles é a ausência frequente de Athletico e Coritiba nas disputas por títulos nacionais ou internacionais. Outro elemento importante é a visibilidade midiática: clubes de São Paulo e Rio de Janeiro sempre tiveram maior exposição em transmissões nacionais, ampliando sua popularidade em todo o Brasil.

Rivalidade intensa sob diferentes olhares

Mauro Beting, comentarista dos canais SBT, TNT Sports, X Sports e BandNews, destaca que a rivalidade em Curitiba está entre as dez mais intensas do país. Para ele, o Atletiba tem força suficiente para “parar a cidade”, mas sofre com a falta de atenção fora da capital paranaense. Beting ressalta ainda que há uma tendência nos grandes centros em valorizar apenas seus próprios clássicos.

Influência regional e colonização

No interior do Paraná, fatores culturais também influenciam a preferência dos torcedores. Ademir Zago, comentarista da Jovem Pan News de Londrina, observa que regiões como o norte do estado têm forte ligação com clubes paulistas, enquanto no oeste a influência gaúcha é predominante. Segundo ele, essa dispersão reflete processos históricos de colonização e limita o apelo estadual do Atletiba.

A força local versus visibilidade nacional

Paulo César Vasconcellos, comentarista do canal Sportv, reforça que o Atletiba possui um valor imensurável para os torcedores curitibanos. Para ele, a comoção local é o aspecto mais relevante do clássico. Já Felipe Dalke, da Jovem Pan News Curitiba, aponta que mesmo levando mais público ao estádio que muitos clássicos cariocas, o duelo ainda enfrenta dificuldades para conquistar torcedores em outras regiões paranaenses.

Desafios para ampliar o alcance

Marcelo Ortiz, narrador da Banda B, define o Atletiba como um clássico regionalizado: restrito à capital e à Região Metropolitana. Ele observa que no litoral paranaense há maior torcida para clubes cariocas do que para os times da capital. Segundo Ortiz, falta ao Paraná uma defesa apaixonada pelo próprio clássico — algo comum no Rio Grande do Sul com o Grenal.

Caminhos para fortalecer a marca Atletiba

Para especialistas como Mauro Beting e Paulo César Vasconcellos, investir em marketing esportivo e buscar conquistas nacionais são passos fundamentais para ampliar a relevância do clássico. Beting destaca iniciativas inovadoras já realizadas por Athletico e Coritiba ao longo das décadas e defende investimentos tanto na base quanto na contratação de grandes jogadores. Vasconcellos complementa que a consolidação dos clubes na elite nacional pode mudar a percepção externa sobre o Atletiba.

Perspectivas futuras

Felipe Dalke acredita que o interesse pelo clássico crescerá à medida que Athletico e Coritiba conquistarem resultados expressivos em competições nacionais. O equilíbrio histórico entre as equipes sugere potencial de crescimento para além das fronteiras regionais — desde que as condições esportivas acompanhem esse movimento.

Fonte https://www.bandab.com.br/esporte/futebol/qual-tamanho-do-atletiba-especialistas-apontam-importancia-classico/

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De ratos, castores e esquilos

A corrupção pode ser legítima? E justa? Bela, até?

Digressão rápida: Michael Sandel, em seu JUSTIÇA, enxerga três formas diferentes de pensar sobre justiça, três abordagens principais: a) a que leva em consideração o ‘bem-estar’; b) a que aborda a questão pela perspectiva da ‘liberdade’, e, c) a que se baseia no conceito de ‘virtude’.

A maximização do bem-estar é o motor da perspectiva utilitarista, que prega a busca da “máxima felicidade para o maior número de pessoas”. Fundamentada em um arcabouço teórico mais desenvolvido por James (pai) e, principalmente, John Stuart Mill (filho), usava de um “cálculo hedonista” para a análise de atos legais e sociais. Em SOBRE A LIBERDADE, Mill (filho) levou os limites do utilitarismo às raias da liberdade, atrelando as liberdades individuais às do Estado, aceitando restrições legais ou civis aos indivíduos se absolutamente necessárias para evitar prejuízo a outros indivíduos.

Kant formalizou essa ideia. Ele não vê a liberdade como ausência de barreiras ou restrições. Para ele, agir com liberdade é agir com ‘autonomia’, i.e., agir de acordo com meus próprios princípios (morais) e não de acordo com convenções sociais ou da natureza. E o que confere valor moral a uma ação é o ‘Dever’, o motivo, é o “fazer a coisa certa pelo motivo certo”. Assim, a ação seria “boa em si” se fruto de um imperativo ‘incondicional’, ou categórico.

E acho que chegamos na semente, em Aristóteles. Sua teoria de justiça, n’a POLÍTICA, se baseia em duas concepções centrais: 1) que para definir os direitos é preciso saber o ‘propósito’ ou finalidade da ação social (o seu “télos”), e, 2) entender o propósito da prática social significa compreender as “virtudes” que ela deve recompensar. E é aqui que, para ele, a política deve entrar, na conjugação entre virtude e vida moral, ou como lembra em ÉTICA A NICÔMACO, entre “virtude e cidadania”.

Assim, Aristóteles pregava a virtude cívica advinda do hábito político e a importância do propósito na justiça. Também pedia que se evitassem as ilegalidades e as fraudes sobre os menos privilegiados, mas considerando o que está sendo “distribuído” e para quem. A perspectiva utilitarista pregava a máxima felicidade para o maior número de pessoas, mas dizia que o prazer não podia ser quantificado e ‘harmonizava’ o altruísmo com os interesses próprios. Pela ótica da liberdade, Kant admitia a moralidade apenas quando executamos uma açõa “boa em si”, pelos motivos certos (Dever) e agindo com autonomia.

Ora, acredito que não abusaríamos da “elasticidade da verdade” se disséssemos que: 1) o político que rouba está sendo ‘virtuoso’, pois pratica a política em prol da vida boa e da virtude aristotélica, 2) está aumentado a ‘utilidade’ já que seu prazer e dos seus é, então, inquantificável, fazendo pouco mal (pouca dor) a muitos, e muito bem (muito prazer) a alguns, e, assim, 3) sua ação é ‘boa em si’, é executada pelo seu ‘dever’ (ainda que junto ao partido ou a sua conta corrente…) e age com (certa) autonomia. Ainda, dado que um juízo estético universal e racional ou objetivo é impossível (mas devemos concebê-lo como se assim o fosse, um “propósito sem propósito”, como dizia Kant), podemos até ver ‘beleza’ no ato…

Em resumo: a corrupção é virtuosa, aumenta a felicidade, é moral e… é bela!

É como se admirássemos um roedor: alguns veem nele apenas algo repugnante, mas objetivamente sendo o que é, assim moralmente verdadeiro, como um rato; outros enxergam nele uma utilidade como um castor que derruba uma árvore, mas constrói uma ponte; e outros ainda só veem o virtuosismo das formas e a beleza da pelagem, como em um esquilo.

São todos roedores. Mas cada um enxerga aquilo que quer ver.

Coluna de Zake Sabbag

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