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Política

Governador Ratinho Jr. declara apoio a indulto para Bolsonaro e envolvidos nos atos de 8 de janeiro

Em entrevista à CNN Brasil, chefe do Executivo paranaense defende medida como forma de pacificação nacional

O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), declarou ser favorável à concessão de indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, durante entrevista concedida à CNN Brasil nesta quarta-feira (28). Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Declaração sobre o indulto

Ratinho Júnior afirmou que, embora o tema ainda não tenha sido discutido amplamente, é favorável à medida. “Isso não foi discutido, mas eu sou favorável. Acho que uma maneira, não só para o presidente Jair Bolsonaro, mas para todos que participaram daquela manifestação no 8 de janeiro”, declarou o governador.

Punições consideradas excessivas

O governador avaliou que as punições aplicadas aos envolvidos nos atos foram superiores ao que considera adequado. Ele citou episódios anteriores ocorridos no Paraná como referência. “Já aconteceu no meu estado, onde o PT invadiu a Assembleia Legislativa por duas vezes, naquela época ninguém foi punido”, afirmou Ratinho Júnior.

Pacificação nacional como objetivo

Ratinho Júnior defendeu que o indulto serviria para promover a pacificação no país. “Eu acho que essa Vândalo, tão errados, tem que ser tratados como criminosos em cima de um crime de vandalismo. Mas eu acho que se for necessário para pacificar o país, é necessário fazer isso”, concluiu.

Polarização política e necessidade de avanços

Durante a entrevista à CNN Brasil, Ratinho Júnior também mencionou a polarização política no Brasil e destacou a importância de “destravar” o país diante do atual cenário.

Fonte https://www.cnnbrasil.com.br/politica/a-cnn-ratinho-jr-diz-ser-a-favor-de-indulto-a-bolsonaro-e-a-casos-do-8-1/

Política

“Grande alegria”, afirma Ratinho Jr. sobre filiação de Caiado ao PSD

Governador do Paraná celebra entrada de Ronaldo Caiado no PSD e destaca fortalecimento do partido para disputa presidencial

Ratinho Jr., governador do Paraná pelo PSD, declarou nesta quarta-feira (28) que recebeu com grande satisfação a decisão do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, de ingressar no Partido Social Democrático (PSD). A informação foi divulgada pela CNN Brasil.

Anúncio da filiação de Ronaldo Caiado

A filiação de Caiado ao PSD foi anunciada na noite de terça-feira (27). Em vídeo publicado nas redes sociais, o governador goiano comentou sobre sua decisão de integrar o partido liderado por Gilberto Kassab, juntando-se a Ratinho Jr. e ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, ambos também filiados à legenda. Os três nomes são apontados como possíveis pré-candidatos à Presidência da República pelo partido.

Declarações de Ratinho Jr. sobre a chegada de Caiado

Durante entrevista concedida a um podcast da Warren Investimentos, Ratinho Jr. afirmou: “Foi uma grande alegria essa decisão do governador Caiado de vir para o PSD e fazer parte desse time, né?” O governador paranaense elogiou a trajetória política do novo colega de partido e ressaltou que ambos mantêm uma relação de amizade desde o período em que atuaram juntos como deputados federais.

Ratinho Jr. acrescentou: “Essa vinda do governador Caiado foi muito importante, porque ele é um grande quadro e vem, engordar também, vamos dizer assim, os demais quadros que têm dentro do partido”.

Avaliação sobre fortalecimento do PSD

O marqueteiro Paulo Vasconcellos, que atua na equipe de Caiado, avaliou à CNN Brasil que a mudança do governador goiano para o PSD consolida a sigla como uma alternativa de centro na corrida presidencial. Segundo Vasconcellos: “Kassab enviou um recado para os extremistas dos dois lados: existe um partido de centro. O PSD tem os três governadores mais bem avaliados do Brasil”.

Disputa interna e perspectivas eleitorais

Questionado sobre a disputa interna no partido entre três possíveis presidenciáveis, Vasconcellos preferiu não comentar favoritismos: “Falar em favoritismo agora seria indelicadeza. O fato é que a direita se amplia com uma candidatura de centro”.

(Com informações de Pedro Venceslau e Poliana Santos)

Fonte https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/grande-alegria-diz-ratinho-jr-sobre-filiacao-de-caiado-ao-psd/

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Política

Gleisi Hoffmann nega interferência do governo federal no caso Banco Master

Ministra afirma que fiscalização foi rigorosa e que atuação de Lewandowski não teve relação com o banco

Gleisi Hoffmann declarou que não houve interferência do governo federal no caso envolvendo o Banco Master, alvo de investigação que resultou no maior rombo bancário da história do país. As informações foram publicadas pelo Poder360.

Reuniões entre Lula e Daniel Vorcaro

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais minimizou as reuniões realizadas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Segundo Gleisi, Lula “recebe muita gente, já recebeu outros donos de banco, já recebeu outras pessoas do mercado financeiro”.

Registros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) indicam que Vorcaro esteve no Palácio do Planalto pelo menos quatro vezes entre 2023 e 2024. Em 4 de dezembro de 2024, o banqueiro participou de um encontro com Lula não registrado na agenda oficial. Na ocasião, Vorcaro questionou diretamente o presidente sobre a possibilidade de vender o Master ao BTG Pactual. Lula teria aconselhado a não vender e feito críticas a André Esteves e ao então presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, conforme apuração do Poder360.

Gabriel Galípolo, que assumiu o comando do Banco Central em janeiro de 2025, também participou da reunião realizada no final de 2024.

Consultoria prestada por Lewandowski

Gleisi Hoffmann também minimizou o fato de Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ter prestado serviços de consultoria ao Banco Master em 2023 após sua aposentadoria do STF e antes de assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

De acordo com a ministra, a consultoria não interferiu nas funções exercidas por Lewandowski na Esplanada dos Ministérios nem afetou os processos de fiscalização. Ela afirmou que Lewandowski comunicou previamente ao presidente Lula sobre os serviços prestados antes de assumir o ministério.

Atuação das instituições e fiscalização

A ministra destacou que está deixando o cargo para disputar uma vaga no Senado e reforçou que não houve envolvimento inadequado do governo federal com o Banco Master. Gleisi defendeu que a fiscalização foi “rigorosa” e todas as ações seguiram critérios técnicos e legais.

Segundo ela, “foi no nosso governo que o presidente do Master foi preso, foi no nosso governo que foi feita a liquidação do Master”. Gleisi argumentou que a atuação conjunta do Banco Central e da Polícia Federal demonstra independência institucional durante a gestão petista.

Possibilidade de comissão parlamentar

Sobre a possibilidade de criação de uma comissão parlamentar para investigar o caso Master, como defendem congressistas da oposição, Gleisi afirmou tratar-se de uma prerrogativa exclusiva do Congresso Nacional.

Fonte https://www.poder360.com.br/poder-governo/gleisi-nega-interferencia-do-governo-no-caso-master/

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Política

Caso Master provoca crise institucional e expõe fragilidades no sistema de fiscalização

Escândalo envolvendo o Banco Master atinge STF, governo federal, Banco Central e órgãos reguladores, ampliando tensões em Brasília

O escândalo envolvendo o Banco Master desencadeou uma onda de crises institucionais em Brasília, atingindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), integrantes do governo federal, o Banco Central e órgãos reguladores. Segundo informações publicadas por O Globo, a situação se agrava à medida que surgem novas revelações sobre o caso.

Supremo Tribunal Federal sob pressão

No STF, ministros se veem acuados diante das denúncias de envolvimento com Daniel Vorcaro. As revelações apontam para relações entre Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Vorcaro, levando os magistrados a acreditar que o governo federal não atua para protegê-los ou conter o avanço das investigações. Nos bastidores, há relatos de insatisfação com a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva diante do escândalo.

Governo federal enfrenta questionamentos

O governo também enfrenta dificuldades após a reunião fora da agenda oficial entre Lula e Daniel Vorcaro em dezembro de 2024. Além disso, destaca-se o contrato de consultoria firmado pelo Banco Master com o escritório do ex-ministro Ricardo Lewandowski, no valor de R$ 6,5 milhões. Após Lewandowski assumir cargo no governo, seu filho passou a prestar consultoria sobre temas tributários para o banco. Outro ponto de tensão é a contratação de Guido Mantega por indicação do senador Jaques Wagner (PT-BA). A expectativa é que novas informações sobre a atuação da chamada “bancada do Vorcaro” em Brasília venham à tona e envolvam o Congresso Nacional.

Banco Central é alvo de críticas

O Banco Central também se tornou foco das discussões após a defesa do Master utilizar argumentos dos ministros Dias Toffoli e Jhonatan de Jesus (TCU) para questionar a rapidez na liquidação da instituição financeira. Investigações revelaram que influenciadores foram pagos para divulgar essa versão nas redes sociais. Persistem dúvidas quanto à demora do BC em agir diante dos indícios acumulados desde a gestão Roberto Campos Neto sobre práticas irregulares no Banco Master.

Falhas na fiscalização e consequências no mercado

O BC só intensificou as ações sob Gabriel Galípolo no segundo semestre de 2025, após ser identificada fraude nas carteiras de crédito vendidas ao BRB. Descobriu-se que o diretor de Fiscalização do BC enviava mensagens ao presidente do BRB solicitando a compra dessas carteiras para evitar a liquidação do banco, resultando em operações que somaram R$ 12 bilhões. Exemplos como o aporte de quase R$ 500 milhões em uma empresa especializada em festas infantis e a aquisição de precatórios supervalorizados levantaram questionamentos sobre a atuação dos órgãos fiscalizadores.

Atuação da Comissão de Valores Mobiliários

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também é citada por manter inquéritos sobre fraudes relacionadas ao Banco Master desde sua época como Máxima. Apesar dos pareceres técnicos contrários, acordos foram firmados mediante pagamento de multas consideradas baixas.

Lições institucionais e responsabilidades

O caso evidencia que grandes fraudes demandam a participação ou omissão de diversos agentes públicos e privados. Segundo O Globo, mesmo que haja tentativas de atribuir responsabilidades nos bastidores ou temor quanto a possíveis delações premiadas, as instituições envolvidas poderiam ter atuado preventivamente para evitar o crescimento das irregularidades associadas ao Banco Master.

Fonte https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/coluna/2026/01/panico-em-brasilia-com-caso-master-nenhuma-grande-fraude-sobrevive-sem-muitos-cumplices.ghtml

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